BENFICA POWER
Connosco quem quiser, contra nós quem puder. É necessário estar atento a tudo o que circunda o Benfica com o objectivo de o debilitar. Serve este espaço para que a verdade desportiva possa prevalecer, alertando, demonstrando e denunciando tudo e todos
22 de Março de 2009

Q

 

Mais um troféu para o nosso riquíssimo Palmarés.

 

Destaques da nossa Equipa:

 

QUIM - Chamado à titularidade, não desperdiçou a oportunidade. Decisivo na conquista do troféu. Os três penáltis defendidos ficam para a história. Defesas de sonho que permitiram ao Benfica superiorizar-se no desempate por grandes penalidades. Mas não resumo a sa prestação aos Penaltys. A sua segurança ao longo de todo o jogo foi fantástica. Parabés Quim.
 

 

Pablo Aimar - Ontem no lado esquerdo do ataque, o nosso mago argentino derivou em muitos momentos para o centro e foi sempre o homem mais influente na forma de jogar do Benfica. Foi, aliás, aquele que melhor conseguiu pensar o futebol do Benfica, revelando qualidade de passe, inteligência na leitura do jogo e temporizações perfeitas. De destacar a forma como, na fase inicial do jogo, conduziu um contra-ataque com sapiência, isolando Nuno Gomes no momento certo. Obrigou, ainda, Tiago a defesa apertada na transformação de um livre directo.
 

José António Reyes - Média impressionante com os verdes. 3 Jogos, 3 Golos ALLA REYES. Além do golo que marcou (fantástica a forma como colocou a bola junto ao poste na grande penalidade que deu o empate ao Benfica), Reyes deu nas vistas pelas constantes incursões da direita para o meio. Gozou de alguma liberdade na frente atacante, pelo que aproveitou para criar alguns desequilíbrios. Foi dessa forma que, ainda na primeira parte, atirou de longe, muito forte, vendo a bola passar a rasar o poste esquerdo da baliza à guarda de Tiago.

 


 

 

Uma vez mais lembro que se é verdade que Polga e João Moutinho deviam ter sido expulsos a meio da segunda parte, não é menos verdade, que o penalty que nos dá o empate não existe. Os benfiquistas não se alegram com as vitórias obtidas na sequência de golos ilegais. Felizmente, são muito raras. Compreendo, por isso, a indignação de Paulo Bento. Teria sido muito fácil para Lucílio Baptisto ver que o penalty era inexistente. Bastava que estivesse na posição em que o Vukcevic se encontrava quando marcou o golo ao Rio Ave. Dali via-se perfeitamente. Além disso, Paulo Bento tem razão quando diz que o Sporting tinha o jogo controlado. O modo como Tiago controlou com os olhos aquele cabeceamento do Miguel Vitor à barra tornou claro que o Benfica não tinha qualquer hipótese de chegar ao golo. E, acima de tudo, compreendo a revolta de Filipe Soares Franco. Um homem que, quando o Sporting joga com o Porto se senta ao lado daquele dirigente que está suspenso por dois anos por tentativa de corrupção, só pode ser apreciador de jogo limpo. É especialmente irónico que isto aconteça logo a ele.

 

Calha a todos, meus caros verdes, voçês têm um Sócio chamado Lucílio, nós temos um chamado Pedro Proença.

publicado por Carlos às 12:16 link do post

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